Teko Porã

A banda Teko Porã se apresenta cotidianamente dentro dos vagões de metro em São Paulo, além dos shows normais.

Cultura Popular - Música - Teatro

O Teko Porã surgiu em meados de 2012, à partir da alquimia musical de dois violinistas músicos de rua (Pablo Nomás e André Ladeia) e um químico bandolinista (Fábio Morales),
em dois espaços específicos da cidade: O Metro de São Paulo e a Casa Barco, a casa do Teko Porã.
Tocando informalmente na Casa Barco, e levando essa informalidade para as ruas e corredores de metro, iniciaram os trabalhos como um trio instrumental, misturando músicas
conhecidas com longos improvisos e algumas compopsições.
Duraram alguns meses assim até esbarrarem, por acaso, e por acaso também na rua, com Marília Calderón, cantora e compositora à procura de uma banda que tocasse suas músicas. Essa nova formação, misturando as influencias calcadas na MPB de Marília Calderón com as influencias variadas do trio (rock,folk,música celta e cigana) acabou por chamar atenção tanto pela sonoridade incomum dentro dos limites de MPB, tanto pelo fato da banda inteira tocar regularmente nos corredores e nos vagões do metro (em uma época em que isso era relativamente raro em sp), levando a banda rapidamente a se apresentar também em festivais, SESC`S e casas de shows autorais.
Com essa formação gravaram um EP com 8 músicas em 2015 ( contando ainda com uma segunda violinista, a francesa Léa Goncalves, e o percussionista mineiro Renan Monteiro), com lançamento
no auditório do SESC Vila Mariana. Também é dessa época o mini-doc Estação Teko Porã, produzido pela 1 Lux Produções, disponível no Youtube.
Durante esse percurso a banda teve algumas mudanças de formação, permanecendo, da formação original apenas o violeiro Pablo Nomás, que fundou e batizou o grupo. Para se ter uma idéia, o primeiro EP conta com a participação de quatro violinistas, sendo a última deles a atual spalla da banda, Maria Fernanda.
Uma característica marcante na história do Teko Porã é o fato dos integrantes sempre terem morados juntos, e feito da arte de tocar na rua uma maneira de levar a banda adiante, pagar as contas coletivas, comprar equipamentos ou qualquer outra despesa que por ventura aparecesse. Um modo de vida coletivo e comunitário, vivenciado na prática.
Em julho de 2016 a banda ficou rachada ao meio, com bandolinista Fábio Morales e a vocalista Marília Calderón dando lugar à Caio Gregory e Bia Rezende, respectivamente. Em dezembro do mesmo ano venceram a última edição do Festival Time4Music Nig/Cifraclub, na categoria voto popular.
Atualmente, a banda prepara a gravação do primeiro CD, e também estarão presentes na segunda temporada da série Buscando Buskers, do canal Sony.

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